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Sindijus cobra a Edson Ulisses continuação da negociação salarial

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Última reunião foi realizada há exato um mês. Categoria cobra os estudos de impacto financeiro das reivindicações financeiras e avanço na implementação das demandas que não geram impacto.

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A Diretoria do Sindijus protocolou nesta segunda, dia 21, dois ofícios na Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), destinados ao desembargador Edson Ulisses. No primeiro documento, a entidade solicita que sejam retomadas as negociações da campanha salarial, bem como a apresentação dos estudos de impacto financeiro relativos ao cumprimento das reivindicações da pauta dos servidores efetivos.

No segundo, a entidade requer informações sobre o projeto, de autoria de Edson Ulisses, que trata da assistência à saúde dos servidores. Nas últimas semanas, veio à tona uma articulação do presidente do Tribunal com o plano de saúde GEAP, que ameaça o auxílio saúde no Tribunal. Na última reunião da Assembleia dos servidores, a categoria discordou do projeto de Ulisses e cobrou a revisão inflacionária do benefício - ainda devida pela gestão do TJSE - bem como a criação da quinta faixa dos aposentados.

“Há quase um mês, no dia 25 de outubro, ocorreu a reunião entre Vossa Excelência e direção desta entidade sindical, encontro no qual foi apresentada a pauta de reivindicações dos servidores efetivos do Tribunal. No referido documento, foi requerida a realização dos respectivos estudos de impacto financeiro das reivindicações com reflexos remuneratórios, mas esses dados ainda não apareceram”, registra trecho do ofício nº 47/2022, enviado pela direção do sindicato.

 

Tudo parado

A maioria das reivindicações que constam na pauta já são conhecimento da atual gestão. Inclusive, na última reunião, o presidente Edson Ulisses se manifestou favorável a algumas demandas sem impacto financeiro e a criação do adicional de nível superior dos agentes e técnicos judiciários, como uma forma de reconhecer a qualificação desses profissionais. Mas, por enquanto, a execução desses consensos não avançou.

“Queremos a retomada do diálogo, pois esse é um sinal de respeito ao processo construído durante anos. Precisamos que a Presidência fale como e pretende pagar as revisões inflacionárias que ainda nos deve, afinal, a data-base da categoria já se aproxima, é em janeiro de 2023, e avance na discussão séria sobre as outras demandas da categoria”, frisa o coordenador geral do Sindijus, Jones Ribeiro.

 

:: Clique aqui para ler o Ofício nº 47/20220
:: Clique aqui para ler o Ofício nº 48/20220

 

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