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Sindijus cobra início dos trabalhos do Comitê de Gestão de Pessoas do TJ

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Nessa terça, 16, a direção do Sindijus protocolou ofício na Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), solicitando o início dos trabalhos do Comitê Gestor Local de Gestão de Pessoas. O Comitê é um espaço estratégico para a valorização da carreira dos trabalhadores TJSE e a melhoraria das condições de trabalho.

O Comitê de Gestão de Pessoas foi criado no ano passado, mas após o processo de transição para a atual gestão do desembargador Osório Ramos, ainda não começou as atividades. A Portaria nº 154/2018 o instituiu com a finalidade de estabelecer princípios e diretrizes em gestão de pessoas e organização do trabalho, subsidiar o gerenciamento, a redução de riscos e a promoção de saúde em gestão de pessoas. A portaria institui um grupo de trabalho permanente composto por quatro magistrados, quatro servidores, um representante indicado pela Associação dos Magistrados do Estado de Sergipe (Amase) e um servidor indicado pelo Sindijus.

Dos quatro servidores que compõem o Comitê, dois foram eleitos pela categoria entre os dias 4 a 6 de junho de 2018 durante o processo de eleição aberto pelo TJSE. São eles: o analista judiciário e representante de base do Sindijus Geyzon Santos do Amaral e a escrivã Maria Valdirene Andrade de Souza Freitas.

O funcionamento do Comitê, como um espaço permanente de acompanhamento e de debates dentro da estrutura do tribunal, é determinante para tratar com transparência as políticas de gestão de pessoas no órgão. Principalmente neste momento em que diversas iniciativas que estão previstas no Planejamento Estratégico do TJ (2015-2020) ainda não tiveram avanço. Abaixo algumas das iniciativas do Planejamento do TJSE que são do interesse dos servidores efetivos e precisam ser postas em execução também através desse Comitê:

    • Valorização da graduação, qualificação e titulação dos servidores.
    • Redução dos danos à saúde do servidor decorrentes da virtualização processual
    • Redução das distorções da remuneração dos cargos em comissão e funções de confiança em relação aos cargos efetivos.
    • Aumento do salário base dos servidores efetivos.
    • Reestruturação administrativa do quadro de pessoal, para reformar quantitativo e valores de CCs e FCs.