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SINDIJUS questiona ao TJSE se Grupo de Trabalho estuda fim do auxílio-saúde

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card ofício asssaude parte interna

 

Os servidores e servidoras do Tribunal de Justiça de Sergipe receberam com preocupação a notícia de publicação, no último dia 20 de abril, da Portaria Constitutiva GP2 nº 102/2020, por meio da qual foi criado grupo de trabalho “com o objetivo de realizar estudos preliminares sobre assistência à saúde”. 

O sentimento dos trabalhadores do Judiciário sergipano se justifica tanto pela ausência de informações sobre os objetivos desse Grupo de Trabalho quanto pelo fato de já estarem sofrendo as consequências do corte de 20% das suas remunerações, a partir da suspensão do pagamento do auxílio-alimentação.

Frente a este cenário de pouca transparência nas decisões da gestão do TJSE e de penalização dos servidores por uma medida recente adotada de forma unilateral pela Presidência do Tribunal, o SINDIJUS protocolou nessa sexta-feira, 24 de abril, um ofício demandando informações a respeito do referido Grupo.

Em caráter de urgência, o sindicato reivindica que o TJSE: a) comunique qual a finalidade do grupo de trabalho; b) informe se entre os temas estudados está a  possibilidade de extinção do auxílio-saúde; e c) garanta a participação de representante dos trabalhadores indicados pelo SINDIJUS, com base no que preceitua o art. 10 da Constituição Federal.

Antecipadamente, o SINDIJUS já se posiciona contrário a qualquer tipo de corte no auxílio-saúde. “Esperamos que essa possibilidade nem passe pela cabeça dos gestores do Tribunal. Os homens e mulheres que fazem do TJSE o melhor Judiciário do país já estão tendo que trabalhar das suas casas sem qualquer auxílio por parte da gestão e já tiveram as suas remunerações reduzidas com uma canetada. Caso mais um corte aconteça, será um golpe fatal nos servidores e servidoras”, disse Sara do Ó, coordenadora-geral do SINDIJUS.

A dirigente sindical ressalta ainda que um eventual corte no auxílio-saúde tende “a afetar com mais perversidade com os aposentados, que já tiveram uma redução salarial recente, com a elevação da alíquota previdenciária, e utilizam mais esse auxílio”, alertou.

Acesse aqui a íntegra do ofício. 

 

Atualização: Em resposta às informações solicitadas pelo SINDIJUS, o Presidente do TJSE informou que o Grupo de Trabalho instituído pela Portaria 102/2020 tem como objetivo a disponibilização de Plano de Saúde Coletivo para adesão de servidores e magistrados por intermédio do Poder Judiciário e que não cabe ao GT quaisquer deliberações sobre medidas de contingenciamento durante a pandemia da Covid-19.

 

 

 

Os servidores e servidoras do Tribunal de Justiça de Sergipe receberam com preocupação a notícia de publicação, no último dia 20 de abril, da Portaria Constitutiva GP2 nº 102/2020, por meio da qual foi criado grupo de trabalho “com o objetivo de realizar estudos preliminares sobre assistência à saúde”.

 

O sentimento dos trabalhadores do Judiciário sergipano se justifica tanto pela ausência de informações sobre os objetivos desse Grupo de Trabalho quanto pelo fato de já estarem sofrendo as consequências do corte de 20% das suas remunerações, a partir da suspensão do pagamento do auxílio-alimentação.

 

Frente a este cenário de pouca transparência nas decisões da gestão do TJSE e de penalização dos servidores por uma medida recente adotada de forma unilateral pela Presidência do Tribunal, o SINDIJUS protocolou nessa sexta-feira, 24 de abril, um ofício demandando informações a respeito do referido Grupo.

 

Em caráter de urgência, o sindicato reivindica que o TJSE: a) comunique qual a finalidade do grupo de trabalho; b) informe se entre os temas estudados está a  possibilidade de extinção do auxílio-saúde; e c) garanta a participação de representante dos trabalhadores indicados pelo SINDIJUS, com base no que preceitua o art. 10 da Constituição Federal.

 

Antecipadamente, o SINDIJUS já se posiciona contrário a qualquer tipo de corte no auxílio-saúde. “Esperamos que essa possibilidade nem passe pela cabeça dos gestores do Tribunal. Os homens e mulheres que fazem do TJSE o melhor Judiciário do país já estão tendo que trabalhar das suas casas sem qualquer auxílio por parte da gestão e já tiveram as suas remunerações reduzidas com uma canetada. Caso mais um corte aconteça, será um golpe fatal nos servidores e servidoras”, disse Sara do Ó, coordenadora-geral do SINDIJUS.

 

A dirigente sindical ressalta ainda que um eventual corte no auxílio-saúde tende “a afetar com mais perversidade com os aposentados, que já tiveram uma redução salarial recente, com a elevação da alíquota previdenciária, e utilizam mais esse auxílio”, alertou.

 

Acesse aqui a íntegra do ofício.